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terça-feira, 20 de julho de 2010

Por que escutar é difícil?

Ouvir atentamente ou escutar é privilégio de pouquissimas pessoas. Veja quais são os fatores que enfraquecem a capacidade de escutar:

Hábitos - Consciente ou inconscientemente, estamos acostuamados a interromper os outros, a tirar conclusões apressadas, a distrair o interlocutor, agindo dispersivamente.

Filtros - Crenças, experiências, costumes, expectativas, pressupostos, preconceitos e cultura, são filtros pelos quais peneiramos tudo aquilo que ouvimos. O significado das coisas não está nelas, mas em nós.

Ambiente Físico - Ruídos, desconforto físico, distrações visuais, fadiga ou falta de privacidade, influenciam negativamente a capacidade de escutar.

Competição - Ao querermos dominar uma conversação, gastamos mais tempo pensando no que iremos dizer do que escutar o que os outros tem a dizer.

Timidez - A pessoa tímida ou dependente, preocupa-se mais com o que os outros podem vir a pensar delas do que o que eles estão realmente dizendo ou querendo dizer.

Más notícias - Quando nos dizem coisas que não queremos ouvir, nós nos desligamos da conversa.

Prepotência - A falta de humildade e a crença de que somos superiores, nos impedem de dar valor ao que os outros tem a nos comunicar.

Velocidade de Assimilação - Uma pessoa normal pronuncia entre 100 e 150 palavras por minuto, enquanto que uma outra pessoa normal consegue assimilar entre 250 e 500 palavras por minuto. Assim, é fácil esta ultima se distrair com outras coisas capazes de preencher os espaços deixados na sua mente pela fala da primeira.

(As informações são da attender.com)

Escutar é diferente de ouvir!

A gente ouve coisas todos os dias. Ouvir é fácil, a pessoa fala, e o que é dito entra pela orelha e sai pelo nariz.
Escutar é bem diferente de ouvir. Escutar requer autoconhecimento e conhecimento do outro. Requer atenção, requer querer saber...
Saber do outro, querer saber o que o outro tem para falar.
Hoje em dia é fato que não consta mais nas entrelinhas do cotidiano o interesse pelo saber do próximo. Saber se vai bem, se vai mal, se tem idéias, ou apenas ditos, que seja.
Cada um com suas atribuições, seus afazeres, sua correria e seu montante de problemas não consegue se escuta mais nada.
É preciso ESCUTAR mais as pessoas, abrir o campo do inconsciente para ‘absorver’ um pouco do outro.
Acho que o esforço de interiorizar o que ‘o outro’ tem para dizer pode beneficiar nos ‘porquês’ de cada um.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Medo não!

" A minha felicidade depende da qualidade dos meus pensamentos...."

Escutando uma criança...

Crianças são puras, ingênuas e verdadeiras...
Quando se expressam, é possível sentir a verdade em suas palavras...
Todos deveriam se manter crianças nos dizeres...

Com seus oitos anos de existência uma criança escreve sobre 'A VIDA':

"A vida é para
Correr, brincar, andar e pular
Sempre estar disposta com a vida
Como uma flor florida
E com um brilho no ar

A vida tem sentimentos
Alegrias, tristezas, dores e mágoas
A vida é a alma que Jesus deu
A vida nos traz esperanças.

A vida é importante cuidar
Para no final
Não perder
Essa vida que Jesus deu".

Por Lays Gomes

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Não quero parar de ouvir...

Quando foi que nos esquecemos de ouvir os outros?
Na correria do cotidiano?
No egocentrismo?
No individualismo onipotente da nova era?
Na falta de paciência que vem seguida do estresse?
No pouco pensar do próximo?


A falta de se preocupar é uma grande preocupação!

Escutando a memória das lembranças de alguém...

Como é que nós deixamos certas sensações esquecidas?
Por que é que os pequenos e marcantes momentos nos vagam a memória?
Foi nisso que eu pensei ao ler isso – bom e reflitante!



“Em que momento foi que perdemos a nossa habilidade de sentir e estar presente aos momentos? Quando foi que esquecemos de presenciar a própria vida como parte dela? Quando deixamos de lado a atenção a todas as sensações causadas pelos cheiros, sons e luzes que nos tocam o tempo todo?
Ontem à noite, antes de dormir, liguei a TV na MTV e estava passando um clipe muito velho, isto é, do meu tempo de criança: Kid Abelha, na rua na chuva na fazenda. Tudo bem, nunca gostei tanto dessa música quanto eu gosto da Paula Toller, no entanto, ela me lembra minha casa em Cruz Alta, aquela onde cresci com meus irmãos.
Ao fechar os olhos ouvindo a música pude reviver momentos simples, distantes, e, ainda assim, significativos, de alguma forma, pro que sou hoje. Momentos assim, miúdos, aparentemente insignificantes, acabam se somando e construindo o que nós somos, fazem nossos hábitos e vícios, traumas e vontades.
Como ia dizendo, fechei os olhos e comecei a ouvir a música, sem prestar atenção na letra, apenas sentindo a melodia e percebendo o que aquilo ressuscitava em mim: o céu azul de um verão escaldante no clube onde costumava jogar tênis, o olhar através da janela para a chuva numa tarde assistindo The Goonies enquanto comia doce, o cheiro do xampu que usava naquela época, as brincadeiras na rua até escurecer e o horário de ir pra casa assistir Cavaleiros do Zodíaco e comer bolacha ou pipoca.
Naturalmente, essas lembranças boas trariam uma sensação de paz e sossego; contudo, mesmo quando as memórias invocadas são aquelas de alegria menos expressiva, a sensação de paz e sossego continua…
Continua porque naquela época ainda era presente em minha própria vida, porque sentia aquele cheiro e atentava à ele, porque via a chuva e queria tocá-la e sentí-la, gelada, em mim, esquecendo de um possível resfriado, era apenas viver o momento, quase incauto.
A música tinha sempre um tom de novidade, e disso eu realmente sinto falta, a música era muito mais alma do que instrumento.
E como retornar a esse estado de percepção da vida?
Tenho certeza de que revirar a infância não resolve nossos problemas, nossa apatia, no entanto, deve haver uma forma de trazer de volta esse sentimento de presença, de vida eminente, uma sensação que de tão pesada chega a nos prender, mas nos prende num lugar muito acima daquele em que nos sentamos e ficamos observando a vida continuar, esquecendo de fechar os olhos e sentir, e ouvir, e cheiras, e tocar…” (Assistindo de Olhos Fechados – Descompassado)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

É mais ou menos assim...

As vezes temos medo de arriscar, de tentar, de viver, de chorar... Por que?
Acho que isso se dá as incertezas... Já vivemos o desconhecido, então para que buscar mais o inesperado?
Não devemos cair no senso comum, viver no comodismo... Por que ai caimos na rotina e também não há quem aguente...
É minha gente... é dificil...e eu só conto isso para mim mesma.

"Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer. E provavelmente aquele que nunca cometeu um erro nunca fez uma descoberta".

Samuel Smiles

quinta-feira, 1 de julho de 2010

POR QUE TUDO QUEBRA?

Olha... vou te falar... sabe quando tudo começa a quebrar? TUDOOOOOOOOOO?
Você já teve essa sensação? De que tudo que você põe a mão quebra? E mesmo que você não toque vai quebrar? Você já sabe que vai quebrar?
Tem coisas que se quebram e dá para concertar... tem coisas que não dá...
O que dá a gente cola e o que não dá?
Palavras mal ditas, opiniões destorcidas, formas de agir desconhecidas. Só quebrou... quebrou e machucou, não feriu, não sangrou mais machucou...
Jogou quebrou, joguei quebrou e machucou!